Diante de tantos problemas enfrentados pelo sujeito na atualidade e todos com conexão ao passado, a curiosidade pelas atividades que envolvam novas experiências sempre se mantêm presente.
Na semana passada foi discutido as atividades ordálicas e nessa semana falaremos sobre a influência das drogas. A princípio sempre relacionamos drogas apenas a drogas químicas, porém, todo sujeito possui uma determinada droga, caso isso seja desmentido, ele pode estar mentindo conscientemente ou inconscientemente. Afinal, droga não é apenas aquilo que nos faz mal, não é aquilo apenas ligadas a química geradora da “brisa”, mas é tudo o que o ser humano se torna dependente, como pode acontecer do jogo, da política, da religião, da comida, do sexo entre tantas outras atividades cotidianas que podem intensificar a necessidade dessas.
A curiosidade intensificada pela influencia da mídia leva uma pessoa a usar determinadas drogas, conforme Otávio Frias Filho (2003) explica em seu livro a sensação de experimentar o Santo Daime. A principio, o autor vai Vila do Mapiá e lá pode conviver com os usuários considerados legais diante da lei. Além disso, pode usar e compreender os motivos os quais o chá é utilizado pela seguidores de Daime que o utilizam para chegar além do estado do êxtase, deslumbrar os segredos dos cosmos e a felicidade momentânea. Mafizzolini explica que sensações como essa (do uso da droga em geral), pode ser um suporte para o passar do tempo e uma necessidade do ser humano, pois é com a droga que há a fuga dos problemas diários. Assim, entende-se que a droga serve como “válvula de escape” na vida rotineira de cada pessoa, concluindo que todos possuem uma determinada droga mesmo que essa não prejudique de forma evidente a saúde e ao próximo.


